top of page

Xiloteca da Univille amplia cooperação internacional voltada ao patrimônio cultural em madeira


A Univille avançou em mais uma importante parceria internacional voltada à pesquisa e à conservação do patrimônio cultural em madeira. Um convênio de cooperação foi formalizado com o Conselho Nacional de Pesquisa da Itália e com a Universidade Nacional de San Martín da Argentina. O trabalho em conjunto firma ampliar a cooperação científica e o intercâmbio de conhecimento entre os países.


O acordo prevê o desenvolvimento de pesquisas, publicações científicas e orientação conjunta de estudantes de graduação e pós-graduação. "Esses convênios científicos proporcionam uma possibilidade de interagir cientificamente com instituições renomadas em prol do patrimônio natural que temos na região", frisou o coordenador da Xiloteca Joinvillea (JOIw), Prof. Dr. João Carlos Ferreira de Melo Júnior.


Ainda de acordo com o docente, existe um projeto de pesquisa com ambas as entidades que está em fase inicial de andamento, que contará com uma investigação detalhada sobre aspectos de seleção e uso cultural e histórico das espécies florestais. 


O primeiro contato com as instituições estrangeiras ocorreu no III Simpósio Nacional de Madeiras Históricas (SINAMADHI), evento científico que propõe uma discussão interdisciplinar entre patrimônio, sustentabilidade e mudanças climáticas.


Além da participação no congresso, ocorreu uma reunião de recepção com os professores Sergio Medrano (Universidade Nacional de San Martín) e Nicola Macchioni (Conselho Nacional de Pesquisa), coordenada pelo João Carlos Ferreira de Melo Júnior e pela Assessora Internacional da Univille, Dra. Juliana Bustamante.


Arquivo contém mais de 3.000 amostras de madeiras da Mata Atlântica do estado


Única no estado de Santa Catarina, a Xilacoteca Joinvillea iniciou as suas atividades em 2005 com um catálogo detalhado por espécie, gênero e família, além de servir como espaço de ensino e pesquisa aos acadêmicos. As amostras coletadas dialogam com a conservação da biodiversidade e oferecem um panorama quanto à dinâmica da flora catarinense. 



"Nós sabemos que o uso histórico da floresta, principalmente deste tipo de mata, causou uma grande devastação neste bioma. Historicamente falando, podemos perceber nessas espécies propriedades que se assemelham àquelas de grande interesse econômico e queremos impulsionar o processo de manejo de forma sustentável", defende.  

Na mesma linha de estudos e associado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Univille coordena um grupo de pesquisa com 11 entidades de ensino do Brasil. A equipe se dedica ao "avanço do conhecimento acerca do uso histórico da floresta e de suas madeiras por diferentes sociedades humanas", visando a identificação das espécies, caracterização anatômica e uso tecnológico da madeira. Os pesquisadores são das seguintes universidades:


  • Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ)

  • Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

  • Universidade Federal Fluminense (UFF)

  • Universidade Federal da Bahia (UFBA)

  • Universidade do Estado do Pará (UEPA)

  • Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

  • Universidade de São Paulo (USP)

  • Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

  • Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

  • Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

  • Universidade Federal de Goiás (UFG)


 
 
 

Comentários


Univille 60 anos - original.png
bottom of page