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De camiseta utilizada por Bad Bunny à coleção do Pelé: conheça a história de Eduardo Schwarz, egresso da Univille que alcançou destaque internacional

O figurino escolhido pelo artista porto-riquenho Bad Bunny chamou a atenção do público durante à sua passagem por terras brasileiras no mês passado. A camiseta utilizada pelo ganhador do Grammy Awards e estrela do Super Bowl 2026 – inspirada nas "amarelinhas" utilizadas pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1958, 1962 e 197 – carrega a assinatura do designer Eduardo Schwarz, egresso da Univille. 


Futebol e design esportivo sempre conversaram com o designer, e muito devido à relação familiar. "Sempre tive amor pelo esporte, desde pequeno, e muito por conta do meu pai", diz. "Ele sempre frequentava os jogos e jogava, então estava no meu DNA desde sempre. O designer esportivo surgiu de forma natural, e casou o conhecimento que eu tinha da área com o fanatismo que sempre nutri pelo esporte", revelou.


Sua entrada no mercado do sportwear aconteceu de forma casual e sem muita pretensão: através de concepção de camisetas que gostaria de ver no meio esportivo. Um dos modelos — uma blusa inspirada no São Paulo Futebol Clube — acabou viralizando na internet. 


Após o sucesso da postagem, não demorou para chamar atenção de marcas como a Retrôgol, conhecida por comercializar camisas retrôs variadas, e de marcas esportivas como a Volt Sport, patrocinadoras dos clubes esportivos de Joinville, Criciúma e Florianópolis. 


A parceria com a Athleta Brasil, responsável pelos uniformes da seleção, surgiu em 2022, fruto desses trabalhos. Dois anos depois, esse projeto desenvolvido pelo designer, que inicialmente prestaria homenagem ao "Rei do Futebol", iria parar no peito de Bad Bunny.  


"Era para ser uma coleção inspirada nele. Foi feito, entregue e eles gostaram. Porém, devido à situação de saúde e eventual óbito do Pelé, não circulou. Eram três versões com imagem do jogador no escudo", frisou. Pelo menos, até há poucos dias, já que a Athleta anunciou a coleção retrô alusivo à carreira do esportista.  


(Peças desenvolvidas pelo design. foto: Athleta Brasil/Divulgação)


Trajetória acadêmica 


Formado em 2001, o profissional atribui grande parte do sucesso que alcançou ao curso, sobretudo à abordagem conceitual desenvolvida durante sua formação — uma mentalidade que, até hoje, orienta sua forma de trabalhar. 


"Acima de tudo, essa bagagem inicial serviu para eu chegar aonde estou agora. O design é uma área dinâmica, sempre foi. Há um quesito estético bem aprofundado e toda essa sensibilidade, entre o equilíbrio estético, o conforto e a performance, me servem de base hoje", indicou.  






 
 
 

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